Shopping Uberaba, administrado pela Alqia, começou as obras de ampliação do centro comercial em Uberaba com um aporte superior a R$ 70 milhões. A administração projeta a entrega das novas instalações para o dia 17/11/2026, quando parte das intervenções terá sido finalizada.
O projeto de expansão aumenta a área bruta locável do shopping de 31.000 metros quadrados para mais de 35.000 metros quadrados, segundo a direção do empreendimento. Em apresentação a entidades de classe e veículos locais, o superintendente Wander Porto detalhou os principais pontos da intervenção.
Sustentabilidade e conforto
Conforme informado pela administração, os corredores que serão incorporados ao mall foram projetados para priorizar iluminação e ventilação natural. A ideia é reduzir a dependência de sistemas elétricos e aprimorar o conforto térmico para clientes e lojistas, tornando os espaços mais eficientes do ponto de vista energético.
Novas operações e impactos econômicos
A expansão inclui a previsão de instalação de 33 novas operações comerciais. Entre as marcas anunciadas para o complexo estão Outback Steakhouse, Cotton On e Levi’s. A construção já movimenta a economia local pela geração de empregos diretos e indiretos durante a fase de obras; após a inauguração, a abertura das lojas deve ampliar as vagas de trabalho formais e aumentar o fluxo de consumidores em Uberaba, o que tende a valorizar o entorno do empreendimento e fortalecer o comércio regional.
Tradição e gestão
Inaugurado em 1999, o Shopping Uberaba recebe atualmente mais de 600 mil visitantes por mês e reúne cerca de 160 lojas, oito salas de cinema e 1.700 vagas de estacionamento. A administração do centro é feita pela Alqia, grupo que gerencia 12 shopping centers no país e também opera o Uberlândia Shopping. A atuação da administradora abrange ainda cidades como Cotia, Sorocaba, Osasco, São Paulo, Rio de Janeiro, Maceió, Salvador, Rio Branco e Londrina.
Informações adicionais e detalhes do projeto foram divulgados pela direção do shopping durante as reuniões com representantes do comércio e a imprensa regional. Para mais informações, acesse a publicação original em Regionalzao.


