Escola ensina. Família educa
Esther Guimarães, psicopedagoga e diretora da Escola da Cidade, alerta para um crescente distanciamento entre pais e filhos e aponta o período de férias como uma possibilidade de retomar vínculos familiares.
Segundo Esther, o afastamento entre gerações tem se tornado mais evidente e merece atenção. Ela defende que as férias escolares podem funcionar como um momento propício para reconstruir relações afetivas e reforçar o papel da família no processo educativo.
Julho costuma ser lembrado pelas viagens e pelo descanso. Para a psicopedagoga, esse intervalo nas atividades rotineiras oferece uma janela de oportunidade para que pais e responsáveis recuperem tempo de convivência com os filhos, favorecendo a aproximação.
Na visão da diretora da Escola da Cidade, a pausa nas obrigações formais permite que a família reassuma parte das atividades que complementam a formação das crianças e adolescentes. Esther coloca a retomada do vínculo familiar como elemento central para que a educação aconteça de forma integrada entre escola e lar.
O posicionamento de Esther Guimarães ressalta a importância de espaços e períodos em que a família pode desempenhar um papel ativo na educação dos filhos. Ela sugere que, aproveitando as férias, as famílias podem promover a reconstrução de laços afetivos e fortalecer a presença familiar na formação dos jovens.
O enfoque dado pela diretora da Escola da Cidade combina a constatação de um distanciamento crescente com a proposta de uso das férias como instrumento para reversão desse quadro, sem indicar medidas específicas além da valorização do tempo de convivência entre pais e filhos.
O tema coloca em destaque a interdependência entre as funções da escola e da família na educação infantil e juvenil, apontando as férias como um período oportuno para ações voltadas à reaproximação.


