Marcella Tranchesi, influenciadora digital e proprietária da confeitaria Doce Aquarella, revelou publicamente os detalhes de seu tratamento de fertilização in vitro (FIV) enquanto aguarda o primeiro filho com o empresário Rodrigo Klamt. A gestação, anunciada em junho, é resultado de meses de tentativas e do uso da técnica após dificuldades para engravidar naturalmente.
Aos 34 anos, Marcella optou pela FIV. Em relato sobre o procedimento, ela explicou que a técnica consiste na coleta de óvulos, na fertilização em laboratório e no acompanhamento dos embriões, etapas que costumam provocar ansiedade e gerar grandes expectativas entre os casais que a procuram.
Expectativas e realidades da FIV
No percurso do tratamento, Marcella enfrentou contratempos que atrasaram o início das tentativas, entre eles a identificação de um cisto. Segundo a influenciadora, o diagnóstico trouxe um alívio por permitir um direcionamento mais claro ao atendimento médico: “Quando você descobre o motivo, ganha direcionamento”.
Com apoio da equipe médica e da família, ela passou por três coletas de óvulos, processo marcado pela pressão dos resultados e pela ansiedade inerente a cada etapa. Em sua fala, Marcella comentou a frustração comum entre quem demora a decidir ter filhos: “A verdade é que a gente demora muito para decidir ter filhos e, quando decide, já quer estar grávida no dia seguinte”.
Ela avaliou a FIV como um caminho que, embora desafiador, não precisa ser encarado como algo intransponível. Mantendo uma postura prática e esperançosa, afirmou: “Se esse fosse o caminho para realizar nosso sonho, faríamos exatamente isso”.
Após a implantação do embrião, veio o período de espera pelo resultado, descrito por Marcella como um momento de incerteza e tensão: “Você vive um limbo, alternando entre esperanças e medos”. A confirmação da gravidez trouxe alívio e abriu uma nova fase, com a gestação seguindo de forma tranquila até o momento.
Ao compartilhar sua experiência, Marcella pretende tranquilizar outras mulheres que consideram ou enfrentam a FIV, ressaltando que cada trajetória é única e que, muitas vezes, “basta um embrião para realizar o sonho de ser mãe”.
Fonte: Uberlandianofoco


