Em vídeo da série g1 Explica publicado em 26 de setembro de 2026, especialistas apontam que a distinção entre dívida “boa” e dívida “ruim” é de ordem econômica, não moral, e que reconhecer essa diferença é fundamental para a saúde financeira pessoal.
O que caracteriza cada tipo
Dívida classificada como “boa” é aquela contraída com objetivo de aumentar a capacidade de gerar renda ou de constituir patrimônio, desde que o resultado esperado supere o custo dos juros pagos. Por outro lado, a chamada “dívida ruim” refere-se a compromissos assumidos para antecipar consumo, que frequentemente se acumulam em ritmo superior ao do crescimento da renda e comprimem o orçamento familiar.
Por que a distinção importa
A identificação correta do tipo de endividamento influencia decisões sobre tomada de crédito e prioridades de pagamento. Dívidas que geram retorno econômico podem ser justificadas quando os benefícios compensam os encargos financeiros; já dívidas destinadas a consumo tendem a ampliar vulnerabilidades financeiras porque, normalmente, o custo dos juros não se reverte em ganho patrimonial ou de renda.
Cenário atual no Brasil
No contexto brasileiro, o g1 Explica destaca que o elevado custo do endividamento combinado com planejamento inadequado é motivo de preocupação. Esse quadro tem potencial para reduzir o dinamismo do consumo e, por consequência, afetar o ritmo de crescimento da economia nacional.
A série g1 Explica tem o objetivo de tornar mais acessíveis temas de economia, mercado financeiro e educação financeira, mostrando de que maneira esses assuntos impactam o bolso do consumidor.
Fonte: G1


