Novos recursos e contexto
O WhatsApp anunciou, nesta quarta-feira (30), a disponibilidade no Brasil de controles parentais voltados a adolescentes. A mudança amplia uma atualização da Meta de março, que havia introduzido ferramentas semelhantes para menores de 13 anos, e chega em meio a discussões sobre proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Como ativar o controle parental
No celular do adolescente:
O adolescente deve instalar o WhatsApp e selecionar o idioma. Em seguida, tocar em “Concordar e continuar” e escolher “Mais opções”. É necessário optar por “Criar uma conta gerenciada por pai, mãe ou responsável”, cadastrar e confirmar o número de telefone, informar a data de nascimento e confirmar a idade. Ao tocar em “Continuar”, o aparelho iniciará o processo de conexão com a conta do responsável.
No celular do responsável:
O adulto deve escanear com a câmera o QR Code exibido no aparelho do adolescente e tocar no link que surgir. Depois de abrir o WhatsApp, tocar em “Concordar e continuar” e confirmar que é maior de idade. Será pedido criar um PIN de seis dígitos, que servirá para acessar e alterar as configurações de privacidade da conta gerenciada. Após confirmar o PIN e tocar em “Avançar”, o responsável conclui o processo e finaliza a configuração no celular do adolescente.
Com a conta vinculada, o responsável pode acessar “Configurações” e depois “Controle parental” para visualizar e ajustar as opções de acompanhamento disponíveis.
O que os pais podem configurar e limites de privacidade
Entre as possibilidades, os responsáveis podem determinar quem vê a foto de perfil do adolescente e quem pode adicioná-lo a grupos. Também é possível receber notificações quando o adolescente entrar ou sair de um grupo e quando um grupo do qual ele participa aumentar o número de integrantes. As ferramentas permitem ainda definir como o adolescente utiliza canais, gerenciar quais atualizações de status aparecem para ele e controlar quem pode ver as publicações do menor.
A Meta esclarece, porém, que chamadas e mensagens trocadas pelo adolescente permanecem privadas: responsáveis não poderão ler conversas nem receber relatórios sobre com quem o adolescente falou ou para quem ligou. “Ninguém mais pode ler ou ouvir o conteúdo dessas conversas, nem mesmo o WhatsApp”, afirmou a empresa.
Fonte: G1


