Mercado abre em queda
O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (5) com baixa de 4%. As negociações do principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, começam às 10h. O comportamento dos ativos financeiros nesta segunda-feira está centrado no resultado eleitoral do primeiro turno, que definiu os candidatos que disputarão o segundo turno presidencial.
Eleições e impacto sobre as apostas
O primeiro turno, cujo resultado ganhou destaque no mercado, colocou o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa final marcada para 25 de outubro. Com 99,94% das urnas apuradas, Flávio somava 47,04% dos votos válidos, ante 45,15% de Lula. Mais de 158 milhões de eleitores estavam aptos a votar e quase 1 milhão de brasileiros votaram no exterior.
O desempenho de Flávio contrariou ampla parte das pesquisas de intenção de voto, que apontavam vantagem de Lula no primeiro turno. Nos estados, Flávio venceu em 14 unidades federativas e no Distrito Federal, enquanto Lula liderou em 12 estados.
Agenda econômica
Além do cenário político, o mercado monitora o novo Boletim Focus do Banco Central, que reúne projeções para inflação, taxa de juros e câmbio. Investidores também observam indicadores de atividade no Brasil e nos Estados Unidos em busca de sinais que possam influenciar a formação de expectativas sobre a nova gestão e os efeitos na economia.
Indicadores de mercado
Os números parciais do mercado apresentados para o dia indicam, no câmbio, acumulados de +0,67% na semana, +0,80% no mês e -4,97% no ano. No caso do Ibovespa, foram informados acumulados de +0,32% e +4,71% na semana, +3,10% no mês e +19,23% no ano.
Bolsas internacionais
Na Ásia, a maioria das praças encerrou em alta em meio ao otimismo com ações ligadas à inteligência artificial. O índice Nikkei (Japão) subiu 2,40%, o Hang Seng (Hong Kong) avançou 0,28% e o Taiex (Taiwan) valorizou 2,55%. O Kospi (Coreia do Sul), o SSEC (Xangai) e o CSI 300 (maiores empresas de Xangai e Shenzhen) permaneceram fechados.
Reportagem com informações da agência Reuters.
Fonte: G1


