No mês do Dia do Trabalhador, empresários do BNI relatam como trocas profissionais têm gerado renda, fortalecido empresas e ampliado vagas na região
O mercado de trabalho vem se transformando e muitas mudanças têm sido conduzidas por quem optou por abrir o próprio negócio. No Brasil, micro e pequenas empresas são responsáveis por grande parte dos empregos formais e têm papel relevante na economia. Em Minas Gerais, mais de 90% das empresas ativas são desse porte, e no país elas respondem por cerca de 30% do Produto Interno Bruto e concentram mais da metade dos empregos com carteira assinada, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
No Triângulo Mineiro, especialmente em Uberlândia e cidades vizinhas, empreendedores vinculados ao BNI relatam que as conexões estabelecidas nas redes de negócios foram determinantes para a expansão das atividades e para a contratação de pessoal.
Conexões como ferramenta de crescimento
Após mais de 15 anos atuando em Recursos Humanos, a consultora Débora Thompson, integrante do BNI Eleve, deixou cargos de gestão para abrir sua empresa. Ela afirma que encontrou no grupo um ambiente que favoreceu o desenvolvimento do negócio e a busca por resultados coletivos.
O publicitário Renato Lourenço Silva, presidente do BNI Eleve, também trocou o regime CLT — após quase três décadas — pelo empreendedorismo, motivado pela busca de melhor qualidade de vida e proximidade familiar. Hoje, ele conduz uma operação de branding em expansão e atribui parte do progresso à convivência com outros empresários.
Empreender para conciliar vida pessoal e trabalho
A engenheira química e especialista em segurança do trabalho Sara Hatem, diretora consultora do BNI Vivaz, alterou a trajetória profissional após a maternidade. Membro do grupo há três anos, ela acumulou 18 anos no regime CLT antes de montar o próprio negócio voltado à consultoria do sono, buscando um formato de trabalho compatível com a nova rotina familiar.
Expansão que vira empregos
No setor de educação, o vice-presidente do BNI Inter, Murilo Natal, tem utilizado a rede para ampliar sua equipe. Ele informa que, nos meses recentes, já realizou três contratações e mantém outras vagas em aberto. Segundo Murilo, a empresa cresceu cerca de 10% em estrutura e há potencial para dobrar esse número nos próximos meses.
De autônomo a escritório estruturado
O advogado societário Dartagnam Veloso, membro do BNI Vivaz e diretor consultor do BNI Inter, relata que atuava sozinho antes de entrar no BNI. A partir da convivência em grupos, ele conheceu o sócio Rafael Machado no BNI Eleve e, com a nova sociedade, o escritório ganhou mais estrutura. Dartagnam lembra que levou cinco meses até receber a primeira indicação qualificada, que acabou cobrindo mais de um ano do investimento inicial. Atualmente a equipe conta com cinco profissionais.
Para Priscila Bezerra, diretora executiva do BNI Regional Triângulo Norte, as redes de relacionamento encurtam caminhos e geram oportunidades concretas, contribuindo para manter empregos e ampliar negócios locais.
No mês em que o trabalho recebe destaque, as trajetórias locais evidenciam que o crescimento dos pequenos negócios muitas vezes se apoia em redes que conectam empresários e potencializam resultados.
Fonte: Gazetadotriangulo


