O Instituto de Cirurgia Robótica do Triângulo (ICR.T) aproxima-se da marca de 200 cirurgias robóticas em 2026, número referente ao período entre janeiro e meados de outubro. Os procedimentos monitorados pelo instituto são realizados nas cidades de Uberlândia e Uberaba, onde as equipes médicas operam com plataformas robóticas distintas.
A maior parte das intervenções atende demandas urológicas de alta complexidade. Entre os principais tratamentos realizados estão cirurgias para tumores da próstata, do rim e da bexiga. Além das operações, o ICR.T mantém serviços de consultas e avaliações em outras localidades da região, como Araguari e Catalão, e desenvolve atividades de formação para novos cirurgiões.
Plataformas tecnológicas utilizadas
Para assegurar precisão durante as intervenções, as equipes aplicam sistemas robóticos avançados. Em Uberlândia, os procedimentos são realizados com a plataforma Da Vinci Xi. Na unidade de Uberaba, a equipe utiliza o sistema Versius, desenvolvido pela empresa CMR Surgical. Ambos os equipamentos oferecem visualização tridimensional ampliada da anatomia e contam com braços articulados que proporcionam mobilidade e controle refinado em áreas anatômicas delicadas.
Benefícios observados na recuperação
Segundo o instituto, a abordagem minimamente invasiva adotada nas cirurgias robóticas tem impacto direto no pós-operatório. Cortes menores resultam em menor sangramento intraoperatório, o que contribui para redução dos níveis de dor relatados pelos pacientes. Como consequência, em função do tipo de procedimento e da resposta individual de cada paciente, é possível prever alta hospitalar em prazos mais curtos quando comparados a técnicas abertas tradicionais.
O ICR.T segue com a oferta de atendimentos e com o treinamento de equipes, mantendo o foco na ampliação do uso de tecnologia robótica para intervenções urológicas complexas na região do Triângulo Mineiro.
Fonte: Regionalzao


