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sábado, junho 20, 2026

Prévia do PIB feita pelo Banco Central aponta avanço de 1,3% no 1º trimestre de 2026

O Banco Central informou nesta segunda-feira (18 de maio de 2026) que o Índice de Atividade Econômica (IBC‑Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 1,3% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o quarto trimestre de 2025.

O cálculo do BC foi feito com ajuste sazonal para permitir a comparação entre períodos distintos. O resultado representa aceleração da atividade em relação ao quarto trimestre de 2025, quando o IBC‑Br havia registrado expansão de 0,37%.

Trata‑se do segundo resultado positivo consecutivo do indicador, cuja última retração havia ocorrido no terceiro trimestre de 2025 (-0,82%). O avanço de 1,3% no primeiro trimestre de 2026 é também a maior alta registrada desde o terceiro trimestre de 2024, quando o índice subiu 1,42%.

O crescimento registrado pelo BC foi generalizado entre os setores econômicos, com destaque para a indústria. O desempenho setorial no trimestre foi: agropecuária +1,0%; indústria +1,3%; serviços +1,0%.

Em termos mensais, o Banco Central informou que, em março de 2026, o IBC‑Br caiu 0,7% em relação a fevereiro, quando havia avançado 0,87%. Essa foi a primeira queda em três meses. Na comparação com março de 2025, sem ajuste sazonal, o índice subiu 2,3%.

O BC também divulgou que o IBC‑Br cresceu 0,3% quando comparado aos três primeiros meses de 2025 (sem ajuste sazonal) e que a variação em 12 meses até março foi de +0,7% (também sem ajuste).

O resultado oficial do PIB no primeiro trimestre será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 29 de maio de 2026.

No âmbito das projeções, o mercado financeiro estima crescimento do PIB de 1,86% em 2026, abaixo dos 2,3% de 2025, enquanto o próprio Banco Central projeta expansão de 1,6% para 2026.

A divulgação ocorre em ano eleitoral, período em que o governo federal adotou medidas como isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5.000, liberação do FGTS e oferta de linhas de crédito com juros mais baixos.

O Banco Central ressalta também que o chamado “hiato do produto” permanece positivo, informação trazida na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O IBC‑Br é usado pelo BC como uma prévia do PIB, incorporando estimativas para agropecuária, indústria, serviços e impostos, mas não inclui o lado da demanda presente no cálculo do IBGE.

Fonte: G1

Evaldo Ribeiro
Evaldo Ribeirohttp://portalemdestaque.com.br
Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo portal Reporter Marechal, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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