Especialista alerta para interpretação equivocada de agenda lotada
Matheus Mundim publicou um material gratuito em que questiona a ideia de que uma agenda cheia signifique necessariamente que a estratégia de marketing de uma clínica é eficiente. Segundo o especialista, médicos e gestores precisam olhar com atenção para os dados gerados pelas agendas de atendimento para identificar problemas que passam despercebidos quando se considera apenas o preenchimento de horários.
O conteúdo, disponibilizado no portal Alô Uberlândia, destaca que a ocupação de horários por si só não revela a qualidade do relacionamento com pacientes, nem a sustentabilidade do fluxo de atendimentos ao longo do tempo. Para orientar profissionais de saúde e administradores de clínicas, Mundim elenca cinco erros que, segundo ele, podem resultar em perda de pacientes quando não são monitorados ou corrigidos.
O material gratuito foca na importância da leitura de indicadores presentes na própria agenda — como padrões de cancelamento, taxa de comparecimento, distribuição de consultas e sequência de retorno dos pacientes — e na necessidade de cruzar essas informações para avaliar com precisão o desempenho das ações de atração e retenção.
Sem detalhar, o especialista aponta que esses cinco erros frequentemente passam despercebidos por quem se baseia apenas na aparência de uma agenda lotada. Ele direciona o público-alvo do conteúdo — médicos e gestores clínicos — a priorizar a análise dos dados internos como forma de evitar falhas que comprometam a experiência do paciente e a continuidade do atendimento.
O material é ofertado de forma gratuita e tem caráter instrutivo, voltado à melhoria prática de processos de gestão e avaliação de marketing em serviços de saúde. Profissionais interessados podem acessar o conteúdo diretamente no portal que publicou a reportagem.


