Alckmin afirma que decisão judicial traz alívio e descarta perda de competitividade
O vice‑presidente Geraldo Alckmin manifestou satisfação com a queda do chamado “tarifaço” e declarou que a nova taxa global anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, de 10%, não tira a competitividade do Brasil. Alckmin falou pela primeira vez sobre os impactos da decisão judicial no país, avaliando que o resultado traz efeitos favoráveis para a economia brasileira.
Mais cedo, o presidente americano criticou a decisão da Justiça e, sem detalhar a medida, anunciou uma “tarifa global” de 10% sobre importações. A iniciativa foi comunicada pouco depois da determinação da Suprema Corte americana, que reavaliou a questão do aumento tarifário. Trump criticou os juízes do tribunal e mencionou a possibilidade de adotar medidas drásticas, citando a existência de um “plano B”.
Além de Alckmin, o ex-ministro Haddad comentou o episódio, afirmando que o Brasil agiu “de forma impecável” diante do chamado tarifaço. Haddad também avaliou que a decisão da Suprema Corte favorece os países afetados pelas medidas tarifárias.
O anúncio da tarifa global de 10% feito pelo presidente dos EUA não veio acompanhado de informações operacionais ou cronograma por parte da Casa Branca, segundo relato de autoridades e comunicados oficiais. A reação brasileira, conforme expressa por Alckmin e por Haddad, apontou para uma leitura de que a queda do aumento de tarifas tem efeitos positivos para o mercado nacional e para a posição competitiva do país no comércio internacional.
O episódio reuniu manifestações de diferentes representantes do governo brasileiro, que enfatizaram que as ações tomadas pelo país foram adequadas frente à alteração nas políticas tarifárias anunciadas pelos Estados Unidos. A controvérsia envolveu críticas do presidente norte‑americano à Suprema Corte e a promessa de medidas alternativas, enquanto líderes brasileiros destacaram a preservação da competitividade do Brasil.
Com informações de G1

