O Cerrado Mapping Festival investiu na capacitação de estudantes, artistas e profissionais criativos, por meio de oficinas, laboratório audiovisual e encontros entre especialistas, aproximando-os de uma das linguagens que mais cresce na economia criativa mundial.
Antes das projeções ocuparem o Parque Granja Marileusa e a Praça Clarimundo Carneiro, entre os dias 20 e 22 de agosto, a programação do festival incluiu atividades formativas destinadas à difusão e ao desenvolvimento da arte digital. As ações tiveram como objetivo principal oferecer espaços práticos e teóricos para o aprendizado e a troca de experiências entre quem está iniciando e quem já atua no campo.
As oficinas previstas no evento foram pensadas para permitir o contato direto com técnicas e ferramentas do mapeamento e da projeção audiovisual, enquanto o laboratório audiovisual funcionou como ambiente para experimentação e produção colaborativa. Paralelamente, os encontros entre profissionais possibilitaram networking e discussões sobre a aplicação da linguagem no contexto da economia criativa.
Ao concentrar essas frentes — formação técnica, espaços de criação e diálogo profissional — o festival buscou ampliar o acesso à prática do mapeamento entre públicos diversos, valorizando tanto o aprendizado quanto a produção local. As projeções públicas, realizadas nas áreas do Parque Granja Marileusa e da Praça Clarimundo Carneiro, integraram a programação formativa às frentes de exibição, conectando teoria e prática.
Estudantes, artistas e demais criativos que participaram foram expostos a atividades voltadas ao desenvolvimento de competências específicas da arte digital, com ênfase em processos colaborativos e no uso de recursos audiovisuais para intervenções em espaços públicos. A integração entre formação e apresentação ao público foi um dos aspectos centrais do festival durante os dias de realização.
As ações do Cerrado Mapping Festival ocorreram dentro do calendário de 20 a 22 de agosto e contemplaram espaços ao ar livre, permitindo que tanto as atividades internas quanto as projeções públicas dialogassem com a paisagem urbana e comunitária das localidades escolhidas.
Fonte: Udiempauta


