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quinta-feira, outubro 15, 2026

Mandato de senador dura oito anos; eleitor terá dois votos para o Senado em 2026

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O mandato de senador no Brasil é de oito anos, e o processo de escolha desses parlamentares tem regras próprias que afetam diretamente o eleitor nas Eleições 2026: cada eleitor votará em dois candidatos diferentes para o Senado, pois estarão em disputa duas das três cadeiras de cada unidade da Federação.

Como funciona a votação

Na urna eletrônica, os votos para as vagas do Senado aparecem na terceira e na quarta etapas do processo, depois das escolhas para deputado federal e deputado estadual ou distrital. Em 2026, os candidatos ao Senado serão identificados por números de três dígitos e cada candidatura terá dois suplentes registrados na mesma chapa.

Como há duas vagas em disputa por estado e no Distrito Federal, o eleitor deverá escolher pessoas distintas nas duas etapas. Se o número do mesmo candidato for digitado nas duas fases, o primeiro voto será computado e o segundo será anulado, conforme regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para 2026.

Renovação e número de cadeiras

O Senado é composto por 81 senadores, três por unidade da Federação, e a renovação das cadeiras ocorre de forma escalonada: em uma eleição renova-se um terço das vagas e, quatro anos depois, dois terços. Nas Eleições 2026, estarão em disputa 54 cadeiras, o equivalente a dois terços do total.

Atribuições do senador

O senador representa o estado ou o Distrito Federal no Congresso Nacional. Entre as funções estão propor, debater e votar leis, fiscalizar o governo federal e acompanhar a execução de políticas públicas. O Senado também tem competências exclusivas, como analisar indicações presidenciais para cargos como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente e diretores do Banco Central, além de julgar autoridades em casos de crimes de responsabilidade previstos na Constituição.

Suplentes: papel e substituição

Cada titular é eleito juntamente com dois suplentes que integram a mesma chapa. Os suplentes substituem o titular em afastamentos temporários ou quando a vaga se torna definitiva, por exemplo em caso de morte, renúncia ou perda do mandato. Em situações de necessidade de substituição, o primeiro suplente é convocado antes do segundo.

Um exemplo recente é a assunção de Renzo Braz ao Senado por Minas Gerais, após Rodrigo Pacheco deixar a vaga para assumir um cargo no Tribunal de Contas da União (TCU). Na urna eletrônica, além do nome e da foto do titular, aparecem também as informações dos dois suplentes, de modo que o voto no titular é automaticamente um voto na chapa completa.

Recomendações para o eleitor

Antes de votar, o eleitor pode consultar os dados das candidaturas e anotar os números que serão digitados na urna; nas Eleições 2026, a “colinha” em papel pode ser levada para a cabine de votação. Já o uso de celular dentro da cabine é proibido: o aparelho deve ser desligado e deixado no local indicado pela mesa receptora antes do acesso à urna. A restrição também se aplica a câmeras, filmadoras e outros equipamentos que possam comprometer o sigilo do voto.

Para mais informações sobre as Eleições 2026 e as atribuições dos cargos em disputa, acompanhe o Portal Paranaíba Mais.

Evaldo Ribeiro
Evaldo Ribeirohttp://portalemdestaque.com.br
Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo Portal em Destaque, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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