O mercado de terneiros e terneiras em Santa Catarina encerrou a temporada de leilões de 2026 com preços estáveis, segundo levantamento realizado pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em parceria com o Sistema Faesc/Senar. A análise considerou 85 leilões realizados no estado e apresenta médias por sexo e por região.
No conjunto dos eventos monitorados, a média de preço para os terneiros machos ficou em R$ 16,01 por quilo. Para as fêmeas, a média apurada foi de R$ 15,47 por quilo. Esses indicadores servem como referência para produtores e compradores no planejamento de comercialização e reposição de rebanhos.
Desempenho por regiões
O levantamento apontou o Planalto Serrano como a região com as maiores médias de preço. Nos 27 leilões acompanhados na área, os machos registraram média de R$ 16,53/kg, enquanto as fêmeas alcançaram R$ 16,32/kg. O resultado reflete o desempenho comercial da região e a qualidade genética dos lotes comercializados.
No Meio Oeste, foram avaliados 21 eventos, com média de R$ 16,31 por quilo para machos e R$ 15,52 por quilo para fêmeas. Já no Oeste catarinense, também com 27 leilões monitorados, as médias ficaram em R$ 15,34/kg para machos e R$ 14,66/kg para fêmeas, valores inferiores aos observados nas regiões líderes, porém indicativos de oferta contínua.
Outras regiões apresentaram médias específicas: no Norte catarinense os machos registraram média de R$ 15,84 por quilo, mesmo valor apurado para os machos do Sul do estado. As diferenças entre os mercados regionais demonstram variações ligadas às características locais e à composição dos rebanhos.
O estudo do GMG/Udesc em parceria com o Sistema Faesc/Senar reúne dados que auxiliam decisões comerciais no setor pecuário catarinense, oferecendo parâmetros de preço para produtores e compradores ao final da temporada de leilões de 2026.
Fonte: Uberlandianofoco


