Uma nova massa de ar quente voltou a atingir o sul e o leste da Europa, motivando a emissão de alertas máximos em diversas cidades. Na Itália, termômetros se aproximaram ou superaram os 40°C, levando autoridades locais a declarar alerta vermelho em municípios como Roma, Florença, Bolonha e Perugia.
Os serviços de saúde italianos intensificaram o atendimento voltado a grupos mais vulneráveis — em particular idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas — para reduzir os riscos associados ao calor extremo. Hospitais e postos de saúde reforçaram equipes e orientaram cuidados específicos para esses públicos.
Além da Itália, a onda de calor atingiu outras áreas do continente. Países como Grécia, Croácia, Sérvia e Albânia, bem como regiões da Península Balcânica, registraram temperaturas acima da média para o período. Em algumas localidades, o calor elevado aumentou o risco de incêndios florestais, o que levou governos a mobilizar equipes de emergência e restringir atividades em zonas com vegetação.
Autoridades de saúde e meteorologistas recomendaram medidas preventivas para a população: evitar exposição direta ao sol nos períodos de maior intensidade, manter hidratação adequada, usar roupas leves e procurar ambientes climatizados sempre que possível. Também foi reforçada a orientação para que familiares e vizinhos monitorassem pessoas idosas que vivam sozinhas.
Meteorologistas apontam que a massa de ar quente deve permanecer sobre partes da Europa pelos próximos dias, mantendo as temperaturas elevadas e provocando noites mais quentes, o que dificulta a recuperação do organismo após longos períodos de calor.
Governos e órgãos de proteção civil afirmaram que continuarão acompanhando a evolução das condições meteorológicas e emitindo novos alertas conforme necessário. Especialistas relacionam a ocorrência de ondas de calor mais intensas e frequentes ao avanço das mudanças climáticas, que têm aumentado a incidência de recordes de temperatura em diferentes regiões do planeta.
As medidas de emergência, as recomendações à população e o monitoramento meteorológico seguem em vigor enquanto a situação se desenrola.
Fonte: Revistasoberana


