Planos empresariais de pequeno porte impulsionam expansão da saúde suplementar
Microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas passaram a ocupar a maior parcela dos contratos de planos de saúde empresariais no Brasil, segundo levantamento citado pela reportagem. Esse movimento tem sido apontado como força motriz por trás da expansão da saúde suplementar no país.
O crescimento dos contratos empresariais de pequeno porte é apresentado como indicativo de transformação no acesso a planos de saúde privados. Em linhas gerais, a maior adesão de pequenas organizações e MEIs aos convênios coletivos tem alterado a composição do mercado de assistência suplementar no Brasil.
De acordo com estudo do Instituto de Estudos, citado na apuração, as pequenas empresas já representam a maior parte dos contratos empresariais. A pesquisa relaciona o aumento desses contratos à ampliação do alcance dos planos voltados a nichos antes menos atendidos dentro do segmento empresarial.
O resultado observado reflete tanto a oferta de produtos adaptados às necessidades de empresas de menor porte quanto a procura desses grupos por alternativas de cobertura de saúde. A entrada de MEIs e micro e pequenas empresas em planos coletivos empresariais tem sido destacada como fator que contribui para a expansão do setor de saúde suplementar.
Especialistas e avaliação técnica mencionadas no estudo ressaltam que a dinâmica de contratação de planos por pequenos empregadores e por trabalhadores enquadrados como MEI modifica a distribuição dos contratos no mercado empresarial. Esse cenário favorece o crescimento do segmento destinado a empresas de pequeno porte, que agora compõem a principal fatia dos contratos empresariais de saúde.
O fenômeno descrito pela pesquisa aponta para uma mudança estrutural no acesso a serviços privados de saúde, com impacto direto na configuração dos contratos e na oferta de produtos voltados a perfis empresariais menores.
Fonte: Udiempauta


