O Rei Charles anunciou que não fará do Palácio de Buckingham sua residência oficial após a conclusão das obras de restauração estimadas em R$ 2,5 bilhões. A decisão foi divulgada em 25 de junho, junto ao Relatório Anual de Subvenções Soberanas, documento que detalha a aplicação de recursos públicos pela família real.
Quem e o que
O comunicado informa que o casal real, Charles e a Rainha Consorte Camilla, não ocupará o Palácio de Buckingham como moradia oficial após a finalização do Programa de Reestruturação. A opção é manter o edifício como centro cerimonial e como patrimônio nacional com maior acesso ao público.
Quando e onde
O Programa de Reestruturação está previsto para ser concluído em 2027. Enquanto as intervenções no palácio seguem em andamento, o Castelo de Windsor tem servido como principal local de residência e para recepções oficiais.
Como e por quê
Segundo porta-voz do palácio, apesar do afeto do Rei pelo edifício, a decisão busca ampliar o acesso público e reforçar o papel do palácio como espaço ceremonial e de trabalho da Casa Real. As obras, iniciadas em 2017, incluem a modernização de sistemas antigos e melhorias de acessibilidade com o objetivo de manter o local em condições adequadas para receber visitantes.
O projeto de restauração visa assegurar que o Palácio de Buckingham possa continuar recebendo mais de 15 milhões de visitantes por ano, mantendo infraestrutura compatível com as exigências contemporâneas.
Transparência
O Relatório Anual de Subvenções Soberanas também trouxe, pela primeira vez na história recente da instituição, informações sobre os impostos pagos pelo Rei. A divulgação é apresentada pela Casa Real como parte de um compromisso maior com a transparência e a modernização da monarquia.
Com a decisão de não usar Buckingham como residência particular e com a publicação detalhada das despesas e impostos, a Casa Real busca dar maior visibilidade ao uso de recursos públicos e ao papel do palácio como patrimônio nacional aberto à população.
Fim da notícia.
Fonte: Uberlandianofoco


