Na sessão ordinária realizada em 19 de fevereiro de 2026, a Câmara Municipal de Araguari aprovou por unanimidade o projeto de lei de autoria do vereador Guilherme Santana que institui o Plano Municipal de Informações e Monitoramento de Catástrofes Climáticas. A matéria cria uma estrutura oficial voltada à prevenção, ao monitoramento e à resposta organizada a eventos climáticos extremos no município.
O projeto tem como objetivo preparar Araguari para uma realidade climática marcada por chuvas intensas, vendavais, estiagens e outros fenômenos cada vez mais imprevisíveis. Em vez de focar apenas na reação às emergências, a norma estabelece uma organização permanente no âmbito municipal, com capacidade para antecipar riscos, coordenar ações e proteger a população.
Entre as medidas previstas no plano estão a criação de protocolos de alerta rápido a serem divulgados por meios de comunicação e redes sociais, o mapeamento de áreas vulneráveis, a qualificação de equipes envolvidas na resposta, a integração entre órgãos públicos e a adoção de canais de comunicação direta com os moradores. A proposta também visa aumentar a eficiência das ações em momentos críticos, reduzir prejuízos e garantir maior segurança à comunidade.
O autor do projeto, vereador Guilherme Santana, afirmou que a iniciativa busca aproximar o município dos debates ambientais mais atuais e aplicar soluções consideradas modernas para proteger a população. Segundo ele, a mudança climática já impacta cidades por todo o país, e a lei representa um avanço prático ao combinar tecnologia e organização na estruturação do poder público municipal.
Guilherme Santana é presidente da Comissão de Meio Ambiente na Câmara e tem atuado no acompanhamento de debates ambientais, transformando esse trabalho em propostas concretas para o município. A aprovação unânime pelo plenário foi interpretada como reconhecimento da importância de adotar planejamento e responsabilidade na preparação de Araguari para os desafios climáticos.
Com a vigência da nova lei, o município passa a contar com bases formais para uma gestão mais preventiva e modernizada, orientada para reduzir riscos e proteger vidas em situações de catástrofe climática.
Com informações de Gazetadotriangulo

