O Triângulo Mineiro concentra algumas das fantasias sexuais mais intensas do país, segundo o Censo dos Fetiches publicado pelo Sexlog. A pesquisa, baseada nas preferências assinaladas por usuários no cadastro em 2025, mostra que a região Sudeste reúne 44% dos perfis da plataforma — mais de 760 mil registros — e que cidades do interior, como Uberlândia e Uberaba, apresentam índices de interesse por práticas específicas superiores aos observados em capitais.
De acordo com o levantamento, Uberaba aparece entre as localidades com maior percentual de adesão ao fetiche por orgias (sexo coletivo). O relatório associa essa presença mais forte a uma socialização mais próxima em cidades de porte médio, que poderia facilitar a abertura para experiências em grupo.
Uberlândia e Uberaba em destaque
Uberlândia figura como um dos principais polos de procura pelo fetiche conhecido como cuckold — quando um parceiro obtém prazer ao ver o outro com uma terceira pessoa —, segundo os dados do Censo. Além disso, a prática do sexo anal é apontada como preferência majoritária na região, citada por mais de 70% dos usuários cadastrados no Sudeste. Outras cidades mineiras como Alfenas, Ipatinga e Poços de Caldas também aparecem entre as que lideram categorias específicas, incluindo voyeurismo e dupla penetração.
O perfil demográfico identificado pelo estudo mostra predominância de adultos jovens entre 25 e 44 anos. O recorte aponta que esse público tem maior autonomia financeira e liberdade para explorar preferências sexuais, conforme observa a análise das preferências de cadastro. Para Mayumi Sato, CMO do Sexlog, o comportamento reflete uma sexualidade mais consciente: “As pessoas sabem do que gostam e falam sobre isso com naturalidade”, diz a executiva.
O levantamento, realizado a partir das preferências marcadas no momento do cadastro em 2025, indica que, embora as capitais concentrem o maior número absoluto de usuários, municípios do interior do Triângulo Mineiro superam as capitais em intensidade de fantasias como orgia e cuckold.
Os dados reforçam a tendência de que fetiches, antes tratados como tabu, vêm sendo assumidos e compartilhados abertamente por parcela significativa dos usuários da plataforma no Sudeste.
Com informações de Regionalzao

