Uma mulher de 39 anos caiu de uma maca durante o transporte para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, nesta segunda-feira (07). Segundo o prefeito Marcelo Morais, a paciente é oncológica, recebe cuidados paliativos e utiliza o serviço de transporte com frequência para atendimento médico.
De acordo com a administração municipal, a paciente estava sendo levada à UPA para um procedimento relacionado à sonda que ela utiliza. No trajeto, ocorreu a queda da maca, resultando em escoriações. O prefeito informou ter recebido imagens do episódio encaminhadas pelo marido da mulher logo após a ocorrência.
A Prefeitura abriu uma investigação interna para apurar as circunstâncias do acidente e apurar a responsabilidade dos profissionais envolvidos. Segundo Marcelo Morais, os protocolos de segurança previstos para o transporte de pacientes não teriam sido cumpridos pela equipe responsável.
Conforme o relato oficial, a técnica de enfermagem que aparece nas imagens foi desligada no mesmo dia, após avaliação da conduta adotada durante o transporte. O motorista que participou do atendimento não foi demitido, pois a administração não identificou, naquele momento, elementos que justificassem sua dispensa.
A prefeitura informou também que orientou novamente as equipes responsáveis pelos deslocamentos sobre os procedimentos de segurança a serem observados no transporte de pacientes.
Após a queda, a paciente recebeu atendimento e permanece internada na Santa Casa de São Sebastião do Paraíso. O quadro foi classificado pela administração municipal como estável. A família da paciente recebeu acompanhamento por parte da gestão.
Sobre o caso, o prefeito Marcelo Morais declarou: “Sentimos muito pelo ocorrido. Pessoalmente pedi desculpas em nome da gestão para os familiares”. Ele acrescentou que a paciente é transportada à UPA cerca de três a quatro vezes por semana, sendo esse deslocamento parte da rotina de atendimento.
A investigação interna, segundo a prefeitura, pretende identificar as circunstâncias exatas da queda e servir para reforçar os procedimentos de segurança adotados nos transportes. Não há registro, até o momento, de manifestação pública da profissional dispensada nem de dados independentes sobre as apurações.
Fonte: Uberlandianofoco


