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quinta-feira, maio 21, 2026

Brasil tem três escolas de negócios entre as 90 melhores do mundo, aponta ranking do Financial Times

Transmissão: Globo

Três instituições brasileiras figuram entre as 90 melhores escolas de negócios do mundo no ranking divulgado nesta semana pelo jornal inglês Financial Times. A lista, que avalia programas de curta duração e presenciais com ensino em tempo real, trouxe a Fundação Dom Cabral (FDC) como a instituição nacional melhor posicionada, ocupando a 4ª colocação pelo segundo ano seguido.

A Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) apareceu em 12º lugar, avançando 15 posições em relação ao levantamento anterior. O Insper Instituto de Ensino e Pesquisa ficou em 19º no ranking geral.

Além das três brasileiras, duas instituições com origem internacional e unidades no Brasil também foram citadas: a SKEMA Business School, sediada na França, classificou-se na 35ª posição; e a IESE Business School, da Espanha, apareceu em 3º lugar na lista específica de programas abertos.

As 20 melhores colocadas

O Financial Times divulgou as 20 primeiras posições do ranking, na seguinte ordem:

1. London Business School (Reino Unido/Emirados Árabes Unidos) 2. HEC Paris (França) 3. IESE Business School (Espanha/Estados Unidos/Alemanha/Brasil) 4. Fundação Dom Cabral (Brasil) 5. Esade Business School (Espanha) 6. Edhec Business School (França/Reino Unido/Singapura) 7. University of Oxford: Saïd (Reino Unido) 7. IMD — International Institute for Management Development (Suíça/Singapura) 9. Insead (França/Singapura) 9. ESMT Berlin (Alemanha) 11. Essec Business School (França/Singapura/Marrocos) 12. Fundação Getulio Vargas — FGV EAESP (Brasil) 13. SDA Bocconi School of Management (Itália) 14. Stockholm School of Economics (Suécia) 15. IE Business School (Espanha) 16. University of Michigan: Ross (Estados Unidos) 17. EMLyon Business School (França/China/Índia) 18. University of St Gallen (Suíça) 19. Insper Instituto de Ensino e Pesquisa (Brasil) 20. Nova School of Business and Economics (Portugal)

Critérios avaliados

Para integrar o ranking, as escolas precisam cumprir uma série de requisitos. Entre eles estão: oferecer programas com aulas ao vivo (synchronous courses), seja em formato presencial, híbrido ou online — cursos totalmente gravados e autodidatas são excluídos; possuir acreditação internacional AACSB ou Equis; ter faturado pelo menos US$ 1 milhão em programas corporativos personalizados no ano anterior; contar com pelo menos 10 clientes distintos que contrataram cursos customizados; e submeter-se a pesquisa de satisfação junto a clientes.

Outros critérios incluem duração dos programas entre três dias e seis meses, carga horária mínima de cinco horas por dia, conclusão dos cursos no ano anterior à publicação e predominância de aulas ao vivo (programas com menos de 70% de ensino síncrono são eliminados). O jornal também ressalta que atender aos requisitos não garante inclusão automática, já que a decisão final é editorial do Financial Times.

O ranking foi divulgado pelo Financial Times nesta semana, com divulgação reproduzida por veículos nacionais.

Fonte: G1

Evaldo Ribeiro
Evaldo Ribeirohttp://portalemdestaque.com.br
Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo portal Reporter Marechal, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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