Elenir Borges ressalta a importância de reconhecer e valorizar a própria essência como resultado das experiências vividas, das escolhas e do processo de amadurecimento. Em texto publicado no site Uberlandianofoco, a autora destaca que essa atitude não decorre de vaidade, mas da consciência sobre o que foi aprendido e superado ao longo da vida.
No texto, Borges aponta que reconhecer a própria história envolve admitir que cada experiência deixou ensinamentos, que desafios fortaleceram aspectos pessoais e que recomeços revelaram forças até então desconhecidas. Segundo a autora, a pessoa que cada um se tornou é fruto de acertos, erros, encontros e, sobretudo, das decisões tomadas após cada episódio vivido.
A autora afirma ser possível olhar para a trajetória com serenidade e perceber admiração por si mesmo — não por perfeição, mas por respeito à caminhada. Ela também relaciona evolução pessoal à disposição contínua para aprender, revisar ideias, admitir equívocos, ajustar rumos e buscar maior consciência sobre si.
Borges chama atenção para a tendência de reconhecer qualidades alheias com mais facilidade do que as próprias e sugere a prática de olhar para dentro e afirmar o próprio valor. Para ela, esse reconhecimento configura amor-próprio: uma postura que não busca diminuir terceiros, mas que celebra progressos sem arrogância.
A gratidão aparece como elemento transformador na maneira de ver a vida. A autora sustenta que, ao agradecer pelo que se é, pelos aprendizados e até pelas situações difíceis, passa-se a compreender o papel desses acontecimentos na formação pessoal, em vez de apenas registrá-los como eventos isolados.
Uma das conquistas atribuídas à maturidade, de acordo com o texto, é a sensação de paz com a própria identidade, sem perder a vontade de continuar crescendo. Borges recomenda revisitar o passado periodicamente não para estagnar, mas para mensurar a distância já percorrida, reconhecer recomeços, lições assimiladas e as diferentes versões de si que contribuíram para a pessoa atual.
O artigo conclui com um chamado à valorização da caminhada pessoal: orgulhar-se do trajeto, agradecer pela própria essência, preservar o que há de positivo e trabalhar no que ainda precisa evoluir. A autora também enfatiza que o reconhecimento do próprio valor não deve depender exclusivamente do olhar alheio.
Fonte: Uberlandianofoco


