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Direito e Justiça — 23/07/2026: coluna aborda o valor do silêncio e narra o apólogo “A Água Milagrosa”

Direito e Justiça — 23/07/2026

A coluna publicada em 23 de julho de 2026 discute a importância do silêncio como instrumento de convivência e apresenta o apólogo “A Água Milagrosa”, atribuído a Dom Macedo Costa e extraído da obra de Malba Tahan. O texto combina reflexões sobre moderação nas palavras, citações de textos bíblicos e provérbios populares, e termina com um comentário do autor da coluna, Rogério Fernal, registrado em Araguari (MG).

Quem e o quê: A peça central é um conto em que um padre entrega a uma mulher um frasco de água dito milagroso para evitar as ofensas verbais do marido. Segundo a narrativa, a água veio de uma fonte junto à Igreja de São Geraldo; a esposa deveria mantê-la na boca sempre que o marido se mostrasse irado. Enquanto mantinha a água na boca, ela não conseguia falar, o que acabou interrompendo as discussões e restabelecendo a paz no casal. Ao retornar para agradecer, a mulher recebeu do sacerdote a explicação de que a eficácia do remédio residiu apenas no fato de impedir que ela falasse.

Quando e onde: O comentário final da coluna está datado de 23 de julho de 2026, com local indicado como Araguari — MG. A origem do apólogo é apontada como obra de Malba Tahan, e o autor do trecho é citado como Dom Macedo Costa.

Como e por que: A coluna argumenta que, embora não exista uma “água milagrosa” física capaz de intervir continuamente na rotina, a prática deliberada do silêncio pode evitar conflitos, preservar relações e até proteger a integridade pessoal. O texto lembra provérbios e passagens bíblicas sobre a prudência de moderar a fala — com referências aos Provérbios (capítulos 17.28, 10.19, 11.12 e 13.3) — e recorre a máximas populares como “Quem fala demais dá bom dia a cavalo” e “A palavra é prata, o silêncio é ouro”.

O autor também registra que o silêncio, em tempos de intensa conectividade, deixou de ser apenas ausência de som e passou a ser um recurso de autocuidado. Entre as situações citadas em que o silêncio pode ser benéfico estão relacionamentos pessoais, conflitos nas ruas ou no trânsito, preservação do emprego e a manutenção da sanidade mental.

Por fim, a coluna remete a uma observação atribuída a Oscar Wilde sobre a frequência com que as palavras são mal interpretadas, utilizada para reforçar a ideia de que mais contenção verbal poderia reduzir danos e mal-entendidos.

Autor do apólogo: Dom Macedo Costa. Fonte do apólogo: Malba Tahan, Lendas do Céu e da Terra, pág. 66/67.

Comentário e dateline: Rogério Fernal — Araguari, MG, 23 de julho de 2026.

Fonte: Gazetadotriangulo

Evaldo Ribeiro
Evaldo Ribeirohttp://portalemdestaque.com.br
Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo portal Reporter Marechal, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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