Festival Uai Sô transforma o Camaru em vitrine da cultura e da economia criativa mineira ao reunir manifestações e produtos locais em um único espaço. O evento destacou artesanato, gastronomia, contação de causos e catira, entre outras atividades, colocando em foco a diversidade cultural e as potencialidades econômicas ligadas à criatividade no estado de Minas Gerais.
Quem participou do festival encontrou uma programação voltada para mostras e apresentações tradicionais, com ênfase em expressões populares. A oferta incluiu peças de artesanato e opções de alimentação típicas, além de relatos e narrações orais por meio da contação de causos e de danças como a catira, ressaltando elementos do patrimônio cultural regional.
O festival teve como objetivo apresentar tanto a dimensão cultural quanto o papel da economia criativa para produtores e agentes culturais. A iniciativa funcionou como uma vitrine para trabalhos e práticas que combinam tradição e inovação, abrindo espaço para a circulação de bens culturais e para a valorização de saberes locais.
Organizadores e expositores voltaram a atenção para a interação entre cultura e mercado, evidenciando como atividades artísticas e artesanais podem integrar cadeias produtivas e contribuir para a geração de renda. A programação contemplou diferentes formatos de apresentação, com destaque para intervenções ao vivo e para a demonstração de técnicas artesanais que dialogam com a identidade mineira.
Ao reunir público e produtores, o Festival Uai Sô no Camaru também favoreceu o encontro entre criadores e consumidores, oferecendo oportunidades de comercialização e de visibilidade para trabalhos autorais. A presença de atrações típicas e de elementos da culinária regional reforçou a proposta de fortalecer a economia criativa local por meio da valorização cultural.
O festival encerrou sua programação sem alterações no propósito anunciado: projetar a cultura mineira e abrir espaço para iniciativas ligadas à economia criativa, por meio de atividades que evidenciam tradição, produção artesanal e manifestações populares.
Fonte: Alouberlandia


