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quarta-feira, outubro 28, 2026

MG abre leilão de três imóveis públicos em Uberlândia com lances mínimos somando R$ 18,077 milhões

Leilão da MGI inclui três imóveis em Uberlândia

A Minas Gerais Participações S.A. (MGI), estatal vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), abriu nesta terça-feira (27) um leilão público que reúne 22 itens correspondentes a 52 imóveis distribuídos por municípios mineiros. As ofertas poderão ser feitas até 27 de novembro.

Em Uberlândia, o certame engloba três propriedades cujo lance mínimo somado é de R$ 18,077 milhões. A relação completa dos bens à venda, os valores base e as normas para participação estão disponíveis no site oficial da MGI.

Um dos bens é o antigo prédio do Corpo de Bombeiros, situado na Avenida Floriano Peixoto, nº 1.548, no bairro Nossa Senhora Aparecida. O terreno tem 3.364 m² e a área construída é de 3.646 m², com lance mínimo fixado em R$ 10,99 milhões. Segundo o edital, o espaço ainda é utilizado pelo pelotão do Corpo de Bombeiros e deverá ser desocupado em até 90 dias após a realização do leilão.

Também está à venda o imóvel que abrigava a Escola Estadual 13 de Maio, na Avenida Monsenhor Eduardo, nº 471, no bairro Bom Jesus. O terreno tem 1.937,87 m² e a área construída é de 1.482 m². O lance mínimo para esse lote é de R$ 2,6 milhões. O edital informa que o imóvel encontra-se desocupado.

O terceiro bem em Uberlândia é o antigo Colégio Tiradentes, na Rua Imperatriz Leopoldina, nº 155, no bairro Tubalina. O terreno tem 6.510 m² e o lance mínimo é de R$ 4,487 milhões. A propriedade ocupa uma quadra inteira, na esquina com a Avenida Silvio Rugani e a Rua Guerra Junqueira, e o edital registra a existência de ruínas da antiga edificação escolar no local.

O leilão também contempla um terreno em Uberaba, localizado na Rua Baltazar Eurípedes de Araújo, nº 47, no bairro Eldorado, com área de 14,3 mil m² e lance mínimo de R$ 2,4 milhões.

O presidente da MGI, Gustavo Nogueira, afirmou que a iniciativa visa dar destinação a imóveis públicos sem uso: “Imóvel público parado é sinônimo de custo sem benefício ao cidadão. Ao colocar esses bens à venda, o Estado dá destino a um patrimônio que estava ocioso e cria oportunidades para que empresas e investidores transformem esses espaços em negócios, moradia e serviços, com reflexo direto na geração de emprego e renda”.

O edital determina que os imóveis serão vendidos no estado em que se encontram. Caberá aos interessados checar previamente as condições físicas, jurídicas, documentais e urbanísticas de cada propriedade, inclusive junto aos cartórios de registro de imóveis e às prefeituras. O arrematante será responsável por eventuais desmembramentos, demarcações e regularizações, bem como pelos custos de escritura, registro e do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Caso o imóvel esteja ocupado, as medidas e despesas para a desocupação ficarão a cargo do comprador.

A MGI recomenda a realização de vistoria prévia antes da apresentação de lances.

Fonte: Uberlandianofoco

Evaldo Ribeiro
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Evaldo Ribeiro é produtor de conteúdo digital e responsável pelo Portal em Destaque, atuando na criação, apuração e divulgação de conteúdos informativos de interesse público, com foco regional e relevância para a comunidade.
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