A Polícia Federal deflagrou, na manhã de terça-feira (19/05), a Operação Scutum 3 com o objetivo de reprimir a atuação de um grupo criminoso especializado no tráfico internacional e comércio de arma de fogo de grosso calibre. As ações foram concentradas no Triângulo Mineiro.
No cumprimento da operação foram executados 11 mandados de busca e apreensão e 02 mandados de prisão temporária, conforme informado pela corporação. As medidas visam localizar materiais, documentos e outros elementos que possam comprovar a participação dos investigados nas atividades ilícitas apuradas.
A Polícia Federal informou que a iniciativa integra um conjunto de investigações voltadas ao enfrentamento do tráfico internacional de armas, com foco em organizações que atuam na comercialização e distribuição desse tipo de equipamento. A Operação Scutum 3 representa desdobramento de apurações anteriores e foi planejada para atingir a estrutura logística e financeira do grupo.
As ordens judiciais cumpridas na manhã de terça-feira foram expedidas por autoridade competente, com base nas provas e indícios levantados durante as investigações. A PF ressaltou que as medidas cautelares adotadas, como as buscas e as prisões temporárias, têm caráter instrumental para coletar provas e garantir a continuidade das apurações.
Ao longo das diligências, agentes federais buscaram apreender documentação, equipamentos eletrônicos, armas, munições e quaisquer outros elementos que contribuam para o esclarecimento dos fatos e para eventual responsabilização criminal dos envolvidos. A corporação indicou que os procedimentos seguem em andamento e que informações complementares poderão ser divulgadas ao término das ações operacionais.
As investigações que motivaram a Operação Scutum 3 são conduzidas no âmbito da legislação federal aplicável aos crimes relacionados ao comércio ilegal de armamento e ao tráfico transnacional de armas. A Polícia Federal afirmou que a operação teve como finalidade interromper o fluxo de armas de grosso calibre destinado a organizações criminosas e reduzir riscos à segurança pública.
As autoridades responsáveis mantêm o sigilo parcial sobre detalhes específicos das diligências para não comprometer as apurações em curso.
Fonte: Udiempauta


