O deputado federal Zé Vitor (PL), natural de Araguari, é apontado como provável presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a chamada bancada ruralista, a partir de 2027. A informação foi confirmada pela jornalista Aline Brito, que acompanha os bastidores da política em Brasília.
Em entrevista, Zé Vitor afirmou que as negociações internas estão em estágio adiantado e que tem atuado para reunir apoio entre os integrantes da frente. A expectativa é que a transição ocorra no dia 2 de fevereiro de 2027, data marcada para o início dos trabalhos da nova legislatura.
Atualmente, a FPA é presidida pelo deputado Pedro Lupion (PP-PR). Caso a indicação de Zé Vitor se confirme, ele passará a liderar uma das principais articulações do Congresso Nacional, composta por mais de 300 parlamentares de diferentes legendas.
Segundo o próprio parlamentar, o processo de escolha tem sido tratado com cautela, e ele buscou construir um consenso dentro da bancada antes de assumir oficialmente a função. Zé Vitor também declarou que vem se preparando para desempenhar a posição.
Entre as prioridades que pretende defender na eventual presidência da FPA estão o aumento do acesso ao crédito rural, a renegociação das dívidas dos produtores, a ampliação do seguro rural e a garantia do fornecimento de insumos essenciais à produção.
O deputado ressaltou ainda o papel econômico e social do agronegócio, destacando que a cadeia produtiva não envolve apenas trabalhadores do campo, mas também setores como transporte, comércio e distribuição de alimentos.
Zé Vitor afirmou que pretende atuar em medidas voltadas ao desenvolvimento do setor e ao incremento da produção de alimentos, fibras e energia no país, caso assuma a presidência da frente parlamentar.
A Frente Parlamentar da Agropecuária é uma frente suprapartidária do Congresso Nacional que reúne deputados e senadores favoráveis a pautas ligadas ao agronegócio, à produção rural e aos interesses de produtores e trabalhadores do campo.
A possível escolha de Zé Vitor colocaria um representante do Triângulo Mineiro no comando de uma das maiores articulações políticas do Brasil, influente nas discussões sobre o futuro do agronegócio.
Fonte: Uberlandianofoco


